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Uma mulher de 42 anos, moradora de Belo Horizonte, está internada em estado grave desde dezembro após complicações provocadas pelo uso de uma caneta emagrecedora vendida de forma ilegal. Segundo a família, o medicamento foi comprado do Paraguai e utilizado sem prescrição médica, o que levou a um quadro de intoxicação medicamentosa.
Inicialmente, a paciente deu entrada no hospital com fortes dores abdominais, mas o estado de saúde evoluiu para problemas neurológicos. A Anvisa alerta que medicamentos não regulamentados oferecem riscos graves, já que não há garantia sobre a composição, a procedência nem a segurança do produto.